sábado, outubro 31, 2015

o que dói

dói mais a impossibilidade de me dar

do que o vazio de não receber


(não foi de repente que se acabou a poesia. fios tecidos entre o tempo das viagens. teias estereis a ocupar os cantos da casa. o vazio das chávenas em cacos. um livro aberto que nunca se leu. a memória como fantasma. e a hera que entra pelas janelas, reclamando vida num espaço morto.)

terça-feira, outubro 13, 2015

arejar


Peter Marlow

quinta-feira, outubro 08, 2015

lovers


"Lovers and Lautrec”, Joseph Lorusso

terça-feira, setembro 29, 2015

liberdade




Hugues Erre

segunda-feira, setembro 14, 2015

quero a alegria de um barco voltando

Hoje eu quero a rosa mais linda que houver E a primeira estrela que vier Para enfeitar a noite do meu bem Hoje eu quero paz de criança dormindo E abandono de flores se abrindo Para enfeitar a noite do meu bem Quero a alegria de um barco voltando Quero ternura de irmãos se encontrando Para enfeitar a noite do meu bem Ah! eu quero o amor, o amor mais profundo Eu quero toda beleza do mundo Para enfeitar a noite do meu bem Ah! como este bem demorou a chegar Eu já nem sei se terei no olhar Toda pureza que eu quero lhe dar

segunda-feira, agosto 31, 2015

segunda-feira, agosto 17, 2015




Marta Zubyk