dói mais a impossibilidade de me dar
do que o vazio de não receber
(não foi de repente que se acabou a poesia. fios tecidos entre o tempo das viagens. teias estereis a ocupar os cantos da casa. o vazio das chávenas em cacos. um livro aberto que nunca se leu. a memória como fantasma. e a hera que entra pelas janelas, reclamando vida num espaço morto.)
sábado, outubro 31, 2015
terça-feira, outubro 13, 2015
quinta-feira, outubro 08, 2015
terça-feira, setembro 29, 2015
segunda-feira, setembro 14, 2015
quero a alegria de um barco voltando
Hoje eu quero a rosa mais linda que houver
E a primeira estrela que vier
Para enfeitar a noite do meu bem
Hoje eu quero paz de criança dormindo
E abandono de flores se abrindo
Para enfeitar a noite do meu bem
Quero a alegria de um barco voltando
Quero ternura de irmãos se encontrando
Para enfeitar a noite do meu bem
Ah! eu quero o amor, o amor mais profundo
Eu quero toda beleza do mundo
Para enfeitar a noite do meu bem
Ah! como este bem demorou a chegar
Eu já nem sei se terei no olhar
Toda pureza que eu quero lhe dar
segunda-feira, agosto 31, 2015
segunda-feira, agosto 17, 2015
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